Ethno-Fragmentos do Homo Sapiens
Ethno-Fragmentos do Homo Sapiens tem a curadoria do artista visual e arquiteto Anaurelino Corrêa de Barros Neto. A mostra exibe trabalhos de 22 artistas locais, além de obras de coleções particulares, como de Magliani (1965) e desenho de Glauco Rodrigues, por meio de ilhas dentro da expografia, abordando o processo civilizatório do Homo Sapiens. Exposição realizada no segundo andar do Memorial do Rio Grande do Sul, na Sala Múltiplos Usos. Segundo o curador, as obras selecionadas revelam episódios marcantes dessa trajetória, como a temática dos negros e indígenas, crenças e mitos, além da religiosidade – a religião afro-brasileira e a busca de um Deus.
“As obras propõem uma reflexão e um questionamento sobre essas questões ao longo dos séculos e também o futuro da nossa espécie na Terra”, enfatizou Anaurelino. O espaço exibe os trabalhos como fragmentos visuais, em questões como origem, evolução, psicologia, etnologia, características e crenças. “Aos poucos, colocamo-nos eretos. Adquirimos novas conexões cerebrais, a partir da coordenação entre visão e mãos. Desenvolvemos habilidades únicas, atribuídas a nossa capacidade de criar conceitos abstratos como religião, poder, ética, organização política e arte”, destacou o curador.
A mostra conta com esculturas e pinturas dos seguintes nomes das artes plásticas no Rio Grande do Sul: Alexandre Lopes Fagundes, Aglaé M. Oliveira Amo, Arminda Lopes, Cho Dorneles, Fátima Pinto, Fernanda Martins Costa, Geraldo Marques, Graça Craidy, Gustavo Sza, Helena D’Ávila, Helenice Porcella, José Kanan, Kira Luá, Magna Sperb, Marli Leal da Silva, Marcos Porto, Ondina Pozoco, Ricardo Aguiar, Ricardo Giuliani, Rita Gil, Roberta Agostini e Ubiratan Fernandes.










